quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Derretendo

Ô preguiça que me consome a alma! Vontade de não estar aqui. Aliás, vontade de não estar dentro de mim! Alguém me expulse de mim, por favor! Tá, escuto a piadela numa naice. Pr'eu ser expulsa, alguém tem que entrar, não? Pode entrar. Sirva-se de café, só há isso para distrair as mãos e a boca... também os pensamentos, pois ficamos nos perder no líquido preto fumegante enquanto nenhuma voz é dita. Silêncio.


Foto minha. Momento "vou mostrar o meu". Foto de hoje, 25/9/2008.




Estes óculos ficaram enorme na minha cara. Talvez porque eu tenha emagrecido. Cortei o cabelo. Hummm, não sei.
Chamaram-me de fujona. Fujona? Não, não sou fujona. Só estou sem pique. Algumas poucas coisas me fazem "picar" ultimamente. Fujona... assim como o sufixo inha ("ahhh, você é bonitinha! Uma gracinha! Teteinha! Inha! Inha! Inha! Que merdinha!"), passo a não gostar do ona também. Não por conta de ser chamada de Fujona. Repare, mijona, cagona, mandona, bobona (se bem que nada tenho contra a minha classe, a de bobos), respondona... o ona também carrega um quê de negativo. Não somente o diminutivo, mas o aumentativo também pode expressar algo ruim. Gosto do aça/aço: fodaça, bonitaça... não cite palhaça, pois aí não se trata de uma variação em grau. Mordidaça. Bandidaça (creia-me, isso aí pode ter um sentido bom). Há uma exclamação boa incutida aí, do tipo Ohhhhh!
Fujona não, please! Furona, sim, assumo.
Café novo pronto. Agora vou distrair minha mente!

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