Vamos ter um papo meio auto-ajuda? Ok, já comentei não gostar desse papo de auto-ajuda. Que isso mais me cheira um manual de maturbação (olhe, olhe... auuuuuuuto.... ajuuuuuda... pegou?). Hummmm... e no fundo, pode ser assim considerado. Afinal de contas, masturbar-se é ajudar-se também. Assim, ensinar as pessoas a se masturbarem é fazê-las com que obtenham prazer assim que desejar. Que poder é esse! Eu posso, eu mesma, dar-me prazer assim que quiser... quando quiser... onde eu quiser! O poder está em minhas mãos! Literalmente. Aqui, agradeço de coração às revistas Nova da vida, dispostas em salões, para a mulherada folhear enquanto espera a perua ter tido todas as suas unhas pintadas com aquela cor horrorosa. Eu era triste. Sem vida. Sem brilho. Até que descobri como tocar o bonde!
Nem tudo é 100% ruim. Espremendo, pode-se tirar alguma vantagem dessas revistas femininas.
Confesso gostar mais das masculinas.
Meu papo: quando me pego invadida por algum sentimento irracional, ponho a cachola pra funcionar. Dar tapas na cara do racional para que ele nocauteie o passional. Pow! Soc! Tum! Procuro me controlar. Até mesmo porque, racionalmente agindo, evita-se algum sofrimento. Uma boa tática é ver naquela ação que me incomoda, algo de mim também. Ou seja, enxergar os outros a partir de mim. Vou eu chamar a atenção porque passou uma pusta gostosa e não teve como não olhar para a sua bunda? Caramba, eu também olhei! E, sim, a feladaputa é boa mesmo. Outra, se não passa um raparigo bonito, não admiro também?
Amigas de foda. Confesso que senti uma pontadinha cá dentro. Normal. Ruminei e vi o meu rabo: estou sentada confortavelmente sobre ele. Se há amigas, há amigos também, para que a foda se complete. Afinal de contas, não dá para assoviar e chupar cana ao mesmo tempo. Ou seja, na auto-ajuda há lá o seu défict: não dá para tocar tudo ao mesmo tempo.
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