Peraí, pois bateu... sou autótrofa, em se tratando de alterações químicas. Não, não cultivo espécie alguma, como o camarada em Sobradinho que foi pego com a mão na butija. Digo, com a mão na sua plantação particular. Autótrofa... vocábulo típico na Biologia pego como empréstimo indevidamente. Não fabrigo eu mesma minha comida, utilizando-me apenas do ar, sol, água (acho que tem um quarto elemento aí, mas faia a memória). Escuta aí: http://www.youtube.com/watch?v=uLJ_QVfT_wM&feature=related . E cante comigo a canção:
Overhead the albatross hangs motionless upon the air
And deep beneath the rolling waves in labyrinths of coral caves
The echo of a distant tide comes willowing across the sand
And everything is green and submarine
And no one show us to the land
And no one knows the wheres or whys
But something stares and something tries
And starts to climb towards the light
Strangers passing in the street
By chance two separate glances meet
And I am you and what I see is me
And do I take you by the hand
And lead you through the land
And help me understand the best I can
And no one calls us to move on
And no one forces down our eyes
And no one speaks
And no one tries
And no one flies around the sun
Cloudless every day you fall upon my waking eyes
Inviting and inciting me to rise
And through the window in the wall comes streaming in on sunlight wings
A million bright ambassadors of morning
And no one sings me lullabies
And no one makes me close my eyes
So I throw the windows wide
And call to you across the sky
Sentiu o barato? Tô sentindo até agora. Maura sai do corpo... toca o céu... mergulha terra adentro... bate papo com o Diabo... dá as costas pros céus... Pé em Deus e fé na tábua! Nããããooo... preste atenção, pô! "And I am you and what I see is me And do I take you by the hand And lead you through the land And help me understand the best I can"... Nada ainda? Não é possível que a insensibilidade reine diante da parte "And no one sings me lullabies... and no one makes me close my eys... So I throw the windows wide... and call to you across the sky" ? Voar.... minha vontade maior... voooooaarrrr... não poderia haver outra palavra para descrever o ato. Foram feitos uma para o outro... repare (novamente): vvvvvoooooaaaarrrrr.... Necas? Cada um tem um jacaré azul que o acompanha. Depende do seu estado se o vê ou não. Não conseguiu visualizar seu fiel companheiro? Ehhhhh... bancarei Sócrates e farei o parto de sua alma. Sem depender de nada e de ninguém, apenas de você mesmo. Conversemos.
Algumas coisas me tocam profundamente, e não estou me referindo sexualmente. Algumas músicas... algumas pinturas... algumas esculturas... algumas pessoas... alguns livros... algumas teses... E assim, vou indo. Joguei hoje acá o testamento de Beethoven. Senti-me próxima a ele. Muitas vezes, afastei-me de tudo e de todos por conta de algum creck interno. A virtude... ser bom é ser feliz. Ou ser feliz é ser bom. Sócrates acreditava nisso aí. O conhecimento leva a descobrir a bondade dentro de si mesmo. Nada é mais importante à alma que o conhecimento, que trás como bônus, a bondade aflorada. Sim, porque todos somos bons, basta resgatar isso aí de dentro.
Concordo com Sócrates? Bom, uso-o para responder: só sei que nada sei...
Ehhh... meio complicado separar o joio do trigo, ou seja, criar esta dicotomia entre o bom e o mau. Como no Gato de Shrödinger... o bichano tá morto e vivo dentro da caixa... dependendo do observador.
Por que o azedinho faz fechar os olhos?
Acho que não arrumarei namorado enquanto meus cabelos estiverem abaixo dos ombros. Oh, no! Nada relacionado à preferência masculina por longas madeixas... Quero variar um pouco! E quando arrumo alguém para me chamar de meu bem, naquelas oscilações naturais a qualquer namoro, cut-cut-cut... lá vai meu cabelinho chão afora no salão. Por que desconto neles? Por que mulher, quando tá maus, corta o cabelo?
"Ohhh... the future's uncertain and the end's always near"... Yeah!
Termino acá com Jim Morrison! E a lua não é de queijo! Mas as nuvens são de purê de batata!
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