E então, escutei: adoro quando a mulher faz um certo jogo. Jogo?!? Sim, jogo... escutei... quando há certa manipulação - sem duplo sentido, embora caiba no assunto aqui escrito. O colega de sala disse ser interessante a mulher não se "render" logo. É mais incitante "quero dar, mas não agora". Pensei. Ruminei. Avaliei. Calma.
Coca-cola zero choca, alguém aceita?
Vai um pastel de queijo murcho também.
Bom. Jogos... do tipo, o cara tá subindo a mão, na hora dos amassos, rumo às tetas e você faz um "ohhhh, não..." e, com as mãos, afasta o tato explorador de campo, porém doida para que lhe aperte os bicos? Se a mulé estiver interessada em algo a mais, então, é melhor fazer isso?
Dei uma golada no traçado.
Né mole impor-se não. Ainda mais quando o comum não é seguido. Quando você pinta sua buceta dentro do surrealismo... ou cubismo... ou outra escola de vanguarda qualquer. Menos barroco. Assim sou: decifra-me ou te devoro. E mando às favas tudo e qualquer gente/situação querendo me diminuir porque me imponho. E assumo. Entendo muitos na sua desconfiança e... e... falha-me o nome. Pé atrás? Sim... ficar sempre na defensiva. Compreendo bem isso.
Dei a mim, hoje, o direito de passar o dia inteiro de camisola, enterrada num colchão jogado no chão da sala. Claro, não poderia me esquecer do edredon. Desliguei-me de tudo. De almoço, até. Nada como uma caixa de nuggets-salva-vidas na geladeira. E um pacote de macarrão. Voilà. O almoço está na mesa. Melhor, na mão. Se quiser, há um pano de prato para servir de apoio e não queimar a mão. Se bem que, no caso, com tal menu, a comida não estaria tão quente.
Adoro desenhos. Se reparar bem, os de hoje em dia não são feitos tão somente para crianças. Meu pequeno adorou a estória dentro daquilo que a sua vivência permite. A minha me permitiu ver outras coisas. Havia um hamster preso num bola transparente... muito fã do protagonista em questão, resolveu, dentro da bolha mesmo, seguir seu ídolo, ajudando-o a cumprir a missão. A certa altura, no auge, ele saiu da prisão plástica e enfrenta, com os próprios punhos, o perigo surgido. Vence. Por conta do costume, volta à proteção esférica.
Saí da minha bolha craniana. Posso concordar contigo num ponto, caro colega. Experiência própria. Dei tanto para quem com a qual gostaria de ter algo. Assim como foi com alguém "de uma noite só" (mas sempre fiz questão de ir deixando bem claro ter ido não por conta de sua lábia - que tal conversarmos sós? Mais à vontade? - fui porque quis e gostaria de que a pessoa soubesse disso. Fora escolha minha. Aliás, diria mais da natureza...). Contudo, digo sem pestanejar: muito melhor quando se há afinidade... algum sentimento... alguma ligação... algum interesse futuro... alguma conectividade, sem trocadilhos à palavra.
Sim, caro colega. Quiçá, possa existir algo além do preferir ao jogo. Ou seja, o jogo se traduz na vontade de ver a moça, ou moço, mais outras tantas vezes. Pode ser. Contudo, como a lua, há outra face. Não ter feito jogo algum e ter se permitido não significa ausência de vontade posterior. Ou respeito. Ou... sei lá! Religião, futebol e sexo são assuntos complexos. Ao menos, com relação ao primeiro, já resolvi. Ele lá. Eu cá. E fiquemos um a rir do outro. Futebol, por mais que eu assista, não entra na minha pobre cabeça quando se dá o impedimento (talvez, nem juízes, a julgar pelos comentaristas). Sexo... a velha pergunta: dar ou não dar logo? Eis a questão.
Mas, se tudo indica que a pessoa aparecerá mais vezes...
Maldita maçã!
Mas, se tudo indica que a pessoa aparecerá mais vezes...
Maldita maçã!
Um comentário:
MUITO BOM!
toh de cara!
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