Passeiozinho cívico hoje. Aliás, matei minha curiosidade. Nunca antes fora ao Memorial JK. Interessante o trem. Sou meio besta. Quando me deparo com algo que pertencera, fora tocado, usado, por alguma figura notória, fico, assim, boquiaberta... boba... estática frente à coisa. Assim foi com o pijama de Juscelino, exposto em um salão andar acima, todo escuro, onde há roupas dele e de D. Sarah. Pô, Juscelino usava pijama!
Não, não ria de mim. Isso o torna tal como eu, que também uso pijama! E, JK, suas ceroulas não estavam expostas lá, mas caso as usassem, bingo! Estamos mais próximos do que eu imaginava. Quando não é um pijaminha, tenho duas samba-canção muito legais e, o melhor, confortáveis, para dormir. Presentes de um ex-namorado. Não, não... uma só que foi. A outra, comprei para um outro, que também está na qualidade de ex, para quando fosse dormir lá em casa. Foram-se os amores, ficaram as cuecas.
Não, não me estranhe. Pijamas porque são mais confortáveis que camisola, que, aliás, também as tenho. De algodão. Cuecas... bom, cuecas porque restaram. Servem como short. Ahhh, sou uma pessoa que preza muito o conforto. Não gosto de nada pinicando, apertando, entrando. Aqui caberia uma piadela, porém reservo-me.
Desde criança, acho graça constatar que pessoas "importantes" fazem coisas que nem eu. "- Manhêêêêê, o presidente Sarney faz cocô?", "- Sim, Maura, ele faz também!", "- É mesmo? Eiiiiita!". E lá ia Dona Maura imaginar o presidente sentado, pegando o papel higiênico e limpando. Caramba! Mas... mas... ele também faz isso?
Garota imaginativa. Sempre tive imaginação de sobra. Dona Rita fala que eu tinha uma amiga imaginária, a Boa (boa de boazinha, friso). Consigo me lembrar de uma vez que conversei com ela. Acho que eu estava comendo arroz com feijão e comentei com a minha mãe que a minha amiga Boa não gostava daquele tipo de feijão.
Ehhhhh, Boa, velhos tempos aqueles, não? Se eles soubesse que você ainda me acompanha.
Juscelino.... "fundador".... "capital da esperança".... Uma placa com algumas palavras falava sobre Juscelino e tais palavras estavam entre aspas. Aspas muda tudo. Pegou mal. Juscelino é o "fundador" da "capital da esperança".
"Maura"
Um comentário:
hahaha também fiquei impressionado no dia que eu percebi que as pessoas que admiramos façam certas coisas que de um modo geral possam parecer "estranhas" como, tirar sujeira do nariz, afinal, aquela pessoa é tão importante, como ela teria sujeiras no nariz?
muito legal seu blog, ótima leitura e passa-tempo nesse dia tão frio...
abraço
se quiser add msn skol_cool@hotmail.com
porque add? não sei, mas acho que conhecer melhor você, seria muito legal.
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