quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Vendaval

Ahhhh, Full Throttle! Alguém sabe me informar onde consigo tal jogo? Ele é das antigas (bem, não tanto das antigas assim). Queria jogá-lo novamente. Se bem que... Bom, queria de novo pois à época que o zerei, eram tempos agradáveis. Agradável me cheira a meia-bomba (tá bom? ahhhh... está agradável!). Reformulemos: eram dias legais. Fase platônica que não se esmoreceu diante à confusão particular instaurada na minha vida. Ainda desempregada. Guiga com 1 ou 2 aninhos. E o ventinho de liberdade, um mundão a frente para ser organizado, batendo-me no rosto. Recém separada graças a lampejo de racionalidade. Não estava dando certo, para quê encompridar o causo? Bater na mesma tecla sendo que não havia possibilidade alguma de dar certo? Pelo menino? Mais vale cada um prum lado feliz... Creio que isso sim, faz a diferença.
Ao bem da verdade, não sei se o cara está feliz. Sumiu.
Eu tô. O quê? Feliz. Problemas pipocando, cansaço, correndo, mas contente da vida. Aproveitando seja lá como for cada instante da minha passagem pela terra antes de virar uma árvore (já avisei, quero que plantem uma sobre o meu túmulo. Quero ser árvore!). Seja momento bom ou ruim... alguma coisa sobra. Não digo que dos tempos esquenta-cuca, tiro uma grande lição de vida. Porra nenhuma! Daqui a pouco, tô pronta pra outro baque, só que pouco mais gabaritada, vamos assim dizer.
E vou dançando sobre a terra. Conforme a música.
Quero Full Throttle! Ou não. É, melhor não. Deixe Maura de 1990 e poucos quietinha lá. Subindo ao almirante da Torre de Tv, vi ser melhor lembrar, apenas, das sensações boas de outrora. Não procurar reativá-las, pois o mesmo frio na barriga não ressurgirá. Certeza! Lembrando da Maura titubeando em encostar as mãos na grade e ver Brasília lááááááá embaixo, broxei quando vi que nenhum bambear de pernas brotaria. Que saco! Esse trem não era tão alto?
Quando finalmente consegui As Sete Faces do Dr. Lao, não o consegui enxergá-lo como antes... Céus! Não quero perder isso!
Assim como não quero perder meus acasos. Eles, os fatos inesperados, que dão uma signifação maior aos acontecimentos que são, no fundo, bobos. Se eu não tivesse me aboletado na porta de casa, para ver a banda passar, teria eu, hoje, o meu Guilherme? Não. E eu sou o que sou por causa dele também. O acaso... O que será que esta minha ação de agora, seja escrever acá, ou xeretar ali, ou tomar outro caminho rumo pra casa, modificará lá pra frente? Bom, se houver algo a ser modificado - o que enseja a determinação, desde já, do futuro... destino - pois, para mim, o maior exemplo de como a vida é e anda, é aquela pluminha no filme Forrest Gump. A gente vai indo... vai indo... tomando rumo de acordo com a direção do vento... ou de quem assopra...
Fuuuuuuuuuuu!

Um comentário:

Maçã da Silva disse...

Esse jogo me lembra muito quando nós começamos a ter computador lá no lote. O Davi, o João e vc jogando isso. Lembro da cena que o cara entra num boteco e vê um cara com um piercing no septo.
"Sabe que enfeite ficaria bem no seu nariz?"
"Qual?"
O carinha segura no brinco do septo do outro e puxa até o septo encontrar a superfície do balcão.

Me amarrava nisso. Eu era tão pequena! Mas adorava aquilo.

Bem, aqui está meu blog, espero conseguir fixar uma residência nesse endereço.

Recomendo que leia meus links no "outras palavras" também.

Beijos,
vou vir sempre comentar aqui.