sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Mantendo o título: Uma rapidinha para fechar o dia!

Muito tempo não passo aqui. Vida estancada? Mente paralisada? Saio pela tangente a responder tais questões. Saudade de mim aqui. Acabei esbarrando num rascunho. Texto iniciado em meados de setembro. Ano, 2008. Como sou contra desperdícios, hora de pari-lo. Aliás, maiêutica. Volto.

No orkut deve ter... Ou no google... Uma receitinha pros cabelos crescerem rápido! Desejo tipicamente feminino. Já enjoei da my face.
Well, well e wells. Já profetizei acá que viver é um eterno-até-que-dure reavaliar seus conceitos. Mais uma vez, assino embaixo.
De início, uma idéia contrária a minha me inibe. Não uma inibição de raiva contida. Não, não. É uma inibição de automatutação... introspecção... algo como "pô, cê tem razão!". Isso também vale pras críticas a minha pessoa. Por isso, repetindo-me, fico nua aqui. Críticas boas ou não e, dentro deste não, bem-feitas ou não, acrescentam-me. Força-me a me rever. Paro, de parir, uma Maura nova.
Hoje conversando com uma sobre outra uma pessoa(s) próxima(s), voltei atrás sobre o tempo necessário para que duas pessoas fiquem juntas. Sob o mesmo teto. Hummmmm... sim, sim. Você tem razão, señor! O tempo é relativo, já dizia Eistein. E por que regras? Aliás, regras pra tudo? Ter tanto tempo na bagagem não significa sucesso. Talvez a fórmula seja o contrário. No pa-pim-pum. Conhecer a pessoa no dia-a-dia... ser algo fantástico... Ehhhh, pode ser sim! Mudei.
Sou uma metamorfose ambulante também, Raul. Ainda bem! Graças a Thor!
Hoje, reli-me. Gosto de fazer isso... Mais uma vez, mudei. Já não sei se somente amor de mãe-filho é possível. Talvez entre dois seres que não sejam bonecas matrioshkas, seja possível sim. Se minha reavaliação é resultado de experiência atual e corrente? Bom, o que sinto nessa experiência particular poderia se transformar nesse sentimento maior, amor. E além da tal possibilidade, confesso haver também uma íntima e pura vontade para que isso ocorra. Não porque há a necessidade de... mas a pessoa me faz querer que.
Se acontecerá ou não, realmente não sei, já que não depende unicamente de mim. Porém, uma coisa eu sei: outra Maura. Se não vir à tona, não duvidarei de sua existência nos meus textos futuros. É algo possível sim.
"Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu
A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega o destino prá lá ... "

Um comentário:

Lília Viana disse...

Parir algo novo, sempre! É uma necessidade. O igual é chato, tediante. O novo é instigante, curioso.

Que saudades desse blog, que saudades de você dona Maura! Ando revendo um amigo do 1º semestre de Direito, o qual você não conheceu, mas que somado a você, completa a falta mais significativa de companhia pra mim naquela bagaça. Então lembrei-me de você e do seu blog \o/
Beijo procê Mauroviski :D