quinta-feira, 23 de abril de 2009

"Para ser popular é necessário ser uma mediocridade."

Se eu soubesse me equilibrar sobre saltos, usar-los-ia. Fica bonito nos pés, além de ter lá o seu apelo sexual. Sim... venho chegando à conclusão que tudo feito pelo homem (no geral, incluindo na saca a mulher também) tem em vista o prazeroso ato de trepar, sem rococoamente falando. Vá me dizer que não, mizifim? Lá dentro, pode ser que haja um interesse instintivo de passar adiante os genes (vida eterna até que se perpetue). Porém, de acordo com cada gosto que lhe convém, é bom ser atraente a outra pessoa. E atração é o quê? Prelúdio à dança do acasalamento. Fazer amor... Ahhhhhhh! Que horror! Fazer amor... prefiro Fazer terror.
Bom, aos saltos. Mulheres, minhas queridas: se não sabem andar nas alturas, não inventem. Faça como moá: a boa e velha sapatilha. Ou, um tenisinho básico, leve e, de preferência, já meio gasto pelo tempo. As pernas dobradas ao andar... os passos dados como se a rua estivesse infestada de baratas... Nada bonito! Ou motivo de riso, ou motivo de compadecimento, pois a imagem transfigurada pela dor causada pelo incômodo instalado nos pés deixa evidente a via sacra. Além do fato de atrapalharem o trânsito de pedestres. Quantas vezes, firulei atrás de uma elegante e sofrível dama pois esta dava passos de tartaruga? Ligava a seta e nada de conseguir ultrapassar. Time is money, honey! No meu caso, o dinheiro não se tem feito tão presente assim, mas tempo é para ser gasto, em sua grande maioria, com algo interessante à alma. Não vacilando na rua, sob um sol de rachar mamona.

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