
Não. Não se deve comparar a buceta (buuuu-ce-taaaa... não me venham com xoxota, ou florzinha, ou perseguida... Viva Pandora e sua boceta, de onde vem a buceta... dizem!) ao pau (ou caralho, que, contrariamente à buuuuuu-ce-taaaaa, possui denominações mais interessantes aos ouvidos). É desleal, afinal de contas, ela, a buuuuuuu-ce-taaaaaa, reage na surdina. Debaixo dos panos no sentido literal. Numa conversa mais no sentido funk de ser, ele, o pau (ou caralho) logo se denuncia, obrigando o portador a permanecer sentado durante algum tempo. Com ela não. Pode-se levantar, beber uma água, evocar a imagem do Cid Moreira de cueca boxe para que cesse o clima úmido na região subequatoriana. Isso se ambos estiverem num lugar e momento não muito à la vontè. Enfim. Comparemos o caralho (ou pau) às tetas. Ou peitos. Ao meu ver, tetas é mais interessante. Uma pitada animalesca à consciência errônea de que não somos todos farinha do mesmo saco. Sim, por vezes, sinto-me inundada por instintos que os seres-humanos teimam em dizer que não possuímos mais por conta da racionalidade adquirida com bilhões de anos. Pulo, mordo, procuro carne, sinto cheiro. E tenho tetas. Que alimentaram meus frutos assim como a cadela faz com seus filhotes. Pau-tetas. Ambos se externam. Se frio se sente, ou um desejo sobre a pele é ardente, tudo se ilumina à frente. De repente. Sem rimas, a perda do vigor ganhada com o virar da ampulheta é logo denunciada com um simples bater de olhos em cima. E a tão necessária força... "Meto os peitos"... creio ser semelhante ao poder conferido ao homem pelo seu órgão genital.
Apague os sete pecados capitais. Lorota, aviso-lhes! Há um somente, praticado a baciadas: comparações. Tal como fazer um paralelo entre pau e buceta (um lembrete válido à situação para que se evite tal erro: linhas paralelas não se encontram), tão falhas são comparações entre gentes, situações, planos, cores, momentos... Eu não me encaixo e não consigo entender tal necessidade frustrante de se seguir um manual escrito sabe-se lá por quem. Enfie tal regras no cu e não me entenda mal. Talvez, isso possa dar uma nova visão àquele que tanto aponta para os marginais, prazerosamente analisando sob uma nova perspectiva. Não tenho seios, tenho tetas. E buceta. Meto os peitos quando a situação me exige. Coço o saco. Arroto. Evoco Cid Moreira. Não sou comparável e nem desejo pertencer ao grupo. Desejo pertencer a mim e me satisfazer. Simples. Sem receitas. Fácil. Instintivo.
Tanto tentaram os homens da ciência nos afastar dos animalescos e bestiais instintos e vc aí, com suas tetas e buuu-ce-taaa, evocando Cid Moreira de cuecas....
ResponderExcluirO mundo tá perdido, gata. Ainda bem que vc tem faróis para nos guiar, hahahahaha!
"Porque você não é como fulano?!" "Você deveria fazer assim, fulano fez e deu certo." Também odeio comparações. São situações diferentes, pessoas diferentes, sentimentos diferentes. "Por favor!! Me deixem quebrar a cara e aprender! Me deixem provar o gosto da vitória por mérito próprio!" Qeuro arriscar.
ResponderExcluirSó sei que o convencional não me convém, quero mais para mim!
Ps. Não entendo porque você não gosta de "xoxota", a palavra, buuu-ce-taaa é legal, sonora, mas "xoxota" tem um quê de roça com um tiquin assim de carimbó! =]