sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Pau do cão!

Ok! Me amarro num pornozão. Tá olhando o quê? É pecado? Fica feio? Foda-se. E de preferência, filme e mande para mim... mandapramaura@uol.com.br. Well, aos filmes de sacanazem, assisto com intenção de me empolgar mesmo (vai me condenar por querer sentir tesão? Pô, mais uma vez, foda-se - e não se esqueça da câmera), ou para ter idéias sobre posições e me indagar como se fazem possíveis? Yoga ajudaria? (ainda a me criticar? Tá precisando, hein? Foda-se! E não vá me fazer papai-e-mamãe simplesmente, ok?)... Ou rir simplesmente.
Alguns são bem engraçados. As expressões faciais tão verdadeiras quanto a cor do cabelo da Carla Perez. O "ah... ah... ah... vou gozar... vou gozar...". Tá certo, algumas dão, sem trocadilho ordinário, suspiro sincero e realmente avisam o gozo iminente. Não me refiro às atrizes. Mas às anônimas mesmo. Por que avisa-se estar chegando lá? "Hey, preste atenção, tô gozando... vê se sente no pau aí!". Vá ver, matuto eu, o cara dizer que sentiu deverasmente as pulsadas bucetais é uma das maiores demonstrações de que ele realmente presta atenção e está em sincronia perfeita com a figura (pensa assim, a figura). Voltando. Como é que aquelas unhas não arranham a buceta? Nenhuma lasquinha pro pentelho ficar preso? Os caras são justos: se não dá para gozar numa e depois gozar na outra, põe os dois rostos juntinhos, frente ao dito-cujo, pro jato ser fraternalmente dividido. Bão.
Gosto mais daqueles que mostram gente como a gente. Barriguinha... uns peitinhos naturais e já balançados pela lei da gravidade... homem com pentelho... um lombinho acá... maquiagem meio borrocada... Os superproduzidos não causam efeitos quaisquer. Tudo mui artificial. Tetas cabaças. Tiram toda a graça que lhe é peculiar no sexo. Caras e bocas. Trepada ki-suco. A cousa deixa de ser uma necessidade animal, que é o grande lance.
Tenho a visão meio européia. Ou, totalmente européia. Para moá, "aquela coisa" é vista naturalmente. Sem aquela pressão pornográfica. Sem lorotas feministas, homem e mulher estariam pau-a-pau. Satisfazer um prazer de modo natural e, why not?, animal. Sem rodeios estéticos ou conceitos sufocantes. Keep It Simple, Stupid! Simples. E visceral. Carne quente... úmida... frágil... macia... dentadas... gosto salgado do suor na boca... Sem fala alguma para ver se o trem pega no tranco, forçando ser além algo que não necessitaria de tais enzimas verbais... Simples, porra, simples! Mas intenso.
Ai, ai... Sabe, quando fizer minha operação e transformar meu clitóris num belo pau (Freud explica? Não maldigo eu ter nascido mulher. Gosto de ser do séquissu feminino. Aliás, como já escrevi tempos atrás, agradeço a minha buceta por ser quem eu sou. Seria uma mudança temporária. Era só pra saber e sentir como é estar dentro de alguém. A sensação na pele. Mesmo que eu compre apetrechos, não me daria sensação semelhante. Não entraria em simbiose com a borracha. Prosa pr'um outro dia!)... Donde tava? Oh, sim... quando transformar meu clitóris num belo e vistoso, acrescente-se, pau, não o meteria numa mulher-Tang. Gosto dum bom suco de manga... com fiapinhos, por favor!

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