segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Vou firmar com Shiva...

Vou firmar com Shiva que eu tomo prumo. Ahhhh, se tomo! Apostilas ali em frente para serem lidas. Melhor desembuchando, ali em frente para que os olhos corram por cima delas. Oh, céus! Por que, meu Buda, por que deixo tudo para última hora? Porque sou masoquista (sim, sim, estou a bater na mesma tecla). Sinto o estômago antropófago devorar-me por dentro. Uma agonia sem fim. Uma vontade de explodir. Ou, chorar mesmo! Ahhhhhhhh! Céus, TPM? Putaquepariu! Coisa de mulherzinha, isso é, Mestre Yoda!

TPM ou não, vamos aos fatos!

Não aos fatos que me levaram a este pré-ataque, pois hei de controlar e não será ataque propriamente dito. Se for, será a mim mesma pois ninguém é obrigado a agüentar isso. Um fato já é de conhecimento daqueles que, aqui, pararam: provas. Tenho um certo problema com avaliações. Desejo sair bem nelas, não importanto de ondem vieram. Aaaaaara, fodam-se! Se sou bem-vista ou não, nota 10 ou não, fodamos todos nós! Tenho que parar com isso.

Well... meus trinta e poucos foram marcados: comprei meu primeiro potinho de creme anti-rugas. Um noturno e outro diurno. E, pasmem, estou conseguindo manter o tratamento diário. Está virando algo como uma neurose benéfica: não consigo durmir ou passar o dia sem empastelar meu rosto na vã esperança que os pezinhos de galinha tardem a aparecer. Eles hão de dar o alô de sua graça, se é que alguns já não chegaram. Meus olhos estão infectados pela minha crença meio highlander. Olho-me e vejo a mesma pamonha de há 10/15 anos atrás.

Ao menos, terei eu tentado. Isso vale também. Algo semelhante à política Why not? Sim... Why not? Vou nadar pelada. Mudar-me de estado. Tingir meu cabelo de azul (isso é pra quando estiver mais velhinha. Velhinho pode tudo). Hummmm... tatuagens já tenho. Talvez uma lipoaspiração nos lombinhos. Silicone nos peitos? Se bem que acho mais formosinhos seios pequenos. Praticar boxe. Mandar neguinho que torra meu saco tomar no cu. Sim, why not?

Eu já comentei sobre venda? Não venda de vender. Porém, venda de vendar. Suspeito que sim. Não sei que fixação minha é esta por órgãos do sentido. Talvez seja admiração pelo trabalho árduo deles. Captar o mundo para que o cérebro o digira. Então, na minha vinda sem som algum (leia post abaixo), tentei imaginar o que sentiria uma pessoa que lhe fossem retiradas quaisquer fontes de captação. Olhos vendados. Mãos protegidas com luvas e atadas juntas. Presa num cubículo sem aroma algum, sonoricamente isolada também. E então? Desenvolver-se-iam outros órgãos absorventes? Quero me propor o teste.

Alguém, por favor, feche o cadeado!

Nenhum comentário:

Postar um comentário